terça-feira, 9 de dezembro de 2014

Astronomy Picture of the Week: O Cavalo Marinho da Grande Nuvem de Magalhães

Minha vontade é de compartilhar todas as imagens do Astronomy Picture of the Day, mas escolho só a minha favorita da semana. A dessa eu escolhi não pelo formato, pois eu só vejo beeeem vagamento um cavalo marinho nessa imagem, mas pelo fato dela estar fora de nossa galáxia, além das cores lindas de fundo


Para ver texto e imagem originais, clique aqui.


Tradução porca feita por mim:
"Isso pode se parecer com um um cavalo marinho pastando, mas o objeto escuro do lado direto da imagem é na realidade um pilar de poeira com cerca de 20 anos luz de comprimento. O curioso formato dessa estrutura de poeira ocorre na nossa vizinha Grande Nuvem de Magalhães. É uma região de formação de estrelas próxima da Nebulosa da Tarântula, que está em expansão. A nebulosa energética está criando um aglomerado estelar, NGC2074, cujo centro é visível na parte de cima da imagem, na direção do pescoço do cavalo marinho. Essa imagem representativa colorida foi tirada em 2008 pelo Telescópio Espacial Hubble em honra da 100 000ª viagem do Hubble em volta da Terra. Como jovens estrelas no aglomerado em formação, suas luzes e ventos lentamente vão erodir os pilares de poeira para longe nos próximos milhões de anos."



Há duas Nuvens de Magalhães, a grande e a pequena. Ambas são galáxias pequenas e sem formato definido, que orbitam a nossa galáxia. Por isso elas são chamadas de Galáxias Satélites da Via Láctea. Não é maravilhoso pensar que essa imagem acima está fora de nossa galáxias, há cerca de 160 mil anos luz?
Essas pequenas galáxias são chamadas de nuvens por razões históricas, pois foram chamadas assim por Fernão de Magalhães na época das grandes navegações. Isso porque elas são visíveis somente do hemisfério sul, um privilégio para nós. De fato, as Nuvens de Magalhães realmente se parecem com nuvens quando observadas em um céu bem escuro, como na imagem abaixo tirada no deserto do Atacama, Chile. Infelizmente de uma cidade não há como vê-las por toda a poluição luminosa.


A Via Láctea, as Nuvens de Magalhães e mais de outras 32 galáxias formam um aglomerado de galáxias conhecido com Grupo Local, no qual Andrômeda e a Via Láctea são as maiores. Essas são só mais algumas galáxias da infinidade que há no Universo

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